14 de fev de 2014

Gay Classic: Pornochanchada, filme Via Appia com Guilherme de Pádua e Fotos Vintage

Casos do passado

Vendo filmes antigos, acabei sabendo de um caso dos anos 90 conhecido por Guilherme de Pádua, através do longa-metragem Via Appia. O ex Leopardos e ex ator galã global (e assassino confesso) fez parte do elenco deste filme alemão - uma pornochanchada gay, que não se enquadrada entre os filmes pornô, mas cheia de cenas de nudez masculina. Veja o filme Via Appia Completo + Conteúdo Relacionado:

Filme Completo Via Appia com Guilherme de Pádua 1h 29 min

Sinopse:  No Rio de Janeiro, uma equipe de filmagens alemã acompanha o comissário de bordo Frank em sua busca pelo rapaz que havia lhe transmitido Aids. Frank conhece o garoto de programa José, que acaba se juntando na procura e na trama inquietante.


Em um clima policial (sem tiroteios) homoerótico, Via Appia teve estreia no Brasil em 1989. Dirigido por Jochen Hick, com sua câmera de mão, e produzido junto com Norbert Friedlander, tem no elenco Peter Senner (Frank), Guilherme de Pádua (José) e Yves Jansen (Diretor), nos papéis principais.

Via Appia era uma das principais estradas da antiga Roma (312 a.C.). Recebeu este nome em memória do político romano Ápio Cláudio Cego.  Chegando a uma extensão de 600 quilômetros, era chamada (em latim) Regina Viarum, a Rainha das Estradas. Toda esta alusão ao clássico greco-romano vem de um modismo muito peculiar na cultura gay dos anos 70 e 80 - era comum nomear saunas, boates e revistas de nu masculino com nomes do tipo Apolo, Spartacus, Niarkos, Míkonos e Icaro.

Cultuava-se a beleza clássica (da Grécia ou Roma Antiga), inclusive detalhes daquela cultura, como os thermas ou banhos coletivos, com direito à massagem, mergulhos e a 'pederastia', como terapias de bem-estar, assim como as tradicionais saunas para gays, cheias de quartinhos e cantos escuros para o relax - também o banheirão. A procura pelo michê Mário, supostamente quem passou a doença para Frank, é basicamente nesses ambientes, chamados de inferninhos gays, onde muitos são verdadeiras casas de prostituição masculina.

No filme, o nome Via Appia aparece na manchete de jornal:  "Homossexual americano é morto no Via Appia" - remetendo ao próprio desfecho do filme. Não que alguém morre no final, mas pelo fato da frustração ou libertação em "nadar, nadar e morrer na praia", além de explicar um pouco mais do que seria esta grande 'via'.

Numa época em que ainda o cinema engajado politicamente era censurado, restava para os diretores e roteiristas a criação de filmes sem tanta 'profundidade', acabando terem que inserir cenas de nudez nos longas para conseguirem bilheteria. Em Via Appia, parece que todo o enredo é apenas uma desculpa para mostrar homem pelado, no caso, um dos mais belos felinos da Noite dos Leopardos (leia mais adiante sobre Pornochanchada e Guilherme de Pádua).

O filme não deixa de ser uma boa amostragem da noite gay carioca, das zonas de prostituição e da cena boêmia brasileira do final dos anos 80 (com muita coisa ainda resistindo inalterável). E consegue mostrar também que, assim como as prostitutas novinhas, os michês também podem ter o sonho romântico de encontrar alguém que os tire da vida fácil. Principalmente em lugares turísticos como o Rio de Janeiro, onde os olhos de muitos brilham só de verem um gringo ou alguém que pareça ter grana - como em uma das cenas, onde uma dupla de meninos de rua se oferece para os loiros alemães como baby beef.


Guilherme de Pádua no papel do garoto de programa José em Via Appia
Caso Guilherme de Pádua

Além do filme Via Appia, o ator Guilherme de Pádua (1969) possui um currículo mórbido e surpreendente, onde ficção e realidade se misturam em muitos momentos. Aspirante a galã de novela, um morenaço muito dos bonito e gostoso, iniciou no mercado erótico e finalizou a carreira artística sendo réu confesso de um crime que abalou o país em 1992.

Após sair de Minas Gerais, estado onde nasceu (em Belo Horizonte), Guilherme de Pádua Thomaz foi para o Rio de Janeiro tentar a sorte, trabalhando na Galeria / Teatro Alasca, em Copacabana. O local era uma casa noturna gay que mantinha em cartaz o espetáculo Noite dos Leopardos, um show de homens atraentes, só de tanguinha e máscara do felino, sensualizando no palco - verdadeiros 'gatos'. O grupo fez bastante sucesso e até viajou para outros cantos do Brasil. Até hoje, o mesmo formato e até com o mesmo nome é reproduzido em diversas boates gays, com apresentação de gogo boys.

Assim como os strippers, muitos desses boys também faziam programa, aproveitando o corpo cobiçado por todos e as inúmeras investidas dos fãs - afinal, qual homem gostoso nunca recebeu uma proposta indecente? Assim, suspeita-se também que o ex-ator, integrante dos Leopardos, tenha mais este detalhe no seu passado.

Guilherme de Pádua ficou conhecido principalmente por ter assassinado a atriz Daniella Perez. Na TV, havia feito apenas uma pequena participação na telenovela Mico Preto (1990), atuando no ano seguinte em De Corpo e Alma (1992 - 1993). Além de atriz e famosa, a vítima em questão era a filha da autora de novelas Glória Perez.

Veja uma das cenas da novela De Corpo e Alma
com Guilherme de Pádua:

Cena da novela De Corpo e Alma com Guilherme de Pádua

O crime aconteceu no dia 28 de dezembro de 1992, onde havia também o envolvimento da então esposa de Guilherme, Paula Nogueira Thomaz. Juntos, o casal emboscou Daniella, apunhalaram-na e atiraram seu corpo num matagal da Barra da Tijuca. O crime teria sido motivado por vingança e ciúmes, ao deixar de aparecer em dois capítulos da novela. Junto com sua ex-esposa (que hoje assina Paula Nogueira Peixoto), Pádua afirmou ter planejado o assassinato ao se confessar para a polícia.

Em 1995, Guilherme de Pádua (foto) escreveu na cadeia o livro A História que o Brasil desconhece, e pretendia lançá-lo durante a Bienal do Livro do Rio daquele ano, mas uma liminar conseguida por Glória Perez, mãe de Daniella, suspendeu o lançamento. O ex-ator só foi de fato condenado em 1997, por homicídio duplamente qualificado, com motivo torpe, a 19 anos e 6 meses de cadeia. Cumpriu 6 anos e 9 meses na prisão, o suficiente para a progressão da pena e liberdade provisória.

Após sair da prisão em 1999, Pádua se separou da mulher, virou evangélico, e começou depois a trabalhar na Igreja Batista da Lagoinha, em BH. Em 2006, casou-se com a produtora de moda Paula Maia, frequentadora da mesma igreja e 14 anos mais nova (ela lançou em 2010 o livro Que Amor é Esse? - A história real de Guilherme de Pádua, que contava sobre a vida e passado do marido). A última nota do seu paradeiro atual foi que trabalhava na empresa Itaipu Vidros como gerente de TI. Guilherme possui hoje 44 anos. Veja a entrevista de Guilherme de Pádua, em 2012, para o jornalista Marcelo Rezende:

Marcelo Rezende entrevista Guilherme de Pádua - Domingo Espetacular 09/12/12


Imagem do filme Via Appia com Frank (Peter Senner) deitado nu
A Pornochanchada

Era o que tinha passando nos cinemas em tempos de ditadura militar, e depois na madrugada da TV, exibindo seus primeiros filmes do tipo mela cueca, com mais malícia no lugar do sexo realmente explícito, e muitas cenas de nudez. Nesta época, a pegação deveria rolar solta no escurinho do cinema, com a plateia seduzida e excitada com aquelas imagens eróticas na telona, além dos vários palavrões, que também costumam dar muito tesão.

Trecho do filme Um Pistoleiro Chamado Papaco (1986)

Afinal, sempre foi fascinante ver um famoso nu e suas intimidades. Era um tipo de filme tão pornográfico quanto o que entendemos como pornografia nos dias de hoje, ainda que não mostrava penetração - eram cenas de nu frontal, bunda de fora, além das longas sequências de sexo nada tradicional.

Pra começar, os filmes tinham títulos chamativos e sugestivos, atiçando a curiosidade com nomes bem sacanas: Como Consolar Viuvas (1976), As Safadas (1982), Convite ao Prazer (1980), O Bem Dotado, O Homem de Itu, e tantos outros do tipo. Mas, se os filmes tinham o que realmente as pessoas procuravam, isso era outra conversa - já compraram o ingresso, mesmo!

Imagem: Via Appia (Diretor, José e Frank na cama)

E para a época, diferente de hoje em dia com o sexo hardcore a um clique de nossas mãos, deveria valer mesmo a pena ver aquelas raridades de nu frontal, topless, ou cenas de sexo, mesmo sem mostrar 'tudo' - no cinema tradicional não havia quase nada disso, muito menos na televisão. Alguns destes filmes beiravam muito próximo ao pornô (de verdade), com atuações realistas de sexo, inclusive mostrando os pormenores do ato.

Mas o termo adicionado a chanchada, remeteria também a um tipo de humor ingênuo, burlesco e de forte apelo popular. Era o cinema anterior às pornochanchadas, do auge da produtora carioca Atlântida, consolidando-se e dominando o mercado cinematográfico de 1930 a 1960. Além de inserir o erotismo, outra diferença entre os dois gêneros subsequentes na história do cinema brasileiro (e de exportação) são as atuações que deixam de ser caricatas, para representações mais naturalistas.

No filme Um Copo de Cólera (1999), nitidamente inspirado na autêntica pornochanchada, com muito mais pornô do que chanchada, o casal de atores Alexandre Borges e Julia Lemertz transa de forma bem convincente, com o máximo de veracidade, e com direito a sexo oral agressivo e até gozada na cara. Veja um trecho do filme Um Copo de Cólera, com o casal Alexandre Borges e Julia Lemertz:

video
Alexandre Borges chupando e dando Banho de Porra em Julia Lemertz "Um Copo de Cólera"

Seria um filme pornô se mostrasse a penetração em close, mas a pornochanchada, acredite, pode ser ainda mais excitante, pelo menos para quem se envolve com a história ou situações picantes. Pornochanchada é um gênero do cinema brasileiro que começou com a abertura política da ditadura militar, desde o final da década de 1970, consolidando-se como gênero nos anos 80. Eram os nossos filmes enlatados, produzidos aos montes. O principal objetivo era atrair bilheteria com sacanagem, cenas de sexo e nudez, já que não se podia falar de 'coisas mais sérias' (política).

Guilherme de Pádua no filme Via Appia
Surgindo na capital paulista, contou com uma produção bem numerosa e comercial. A mais conhecida era a produtora Boca do Lixo, nome de uma zona de prostituição do centro de São Paulo. Deste gênero de cinema erótico softcore despontaram vários diretores como Cláudio Cunha, Alfredo Sternheim, Ody Fraga, Jean Garrett, Neville d'Almeida e Fauzi Mansur. Eles souberam usar o que dava bilheteria e, ao mesmo tempo, contribuíram dando valor estético aos seus longas.

A censura do regime militar da época fazia vistas grossas com aqueles filmes de sacanagem leve, preferindo-os do que outros mais engajados politicamente. Porém, muitos filmes foram censurados e até proibidos de serem exibidos, simplesmente por causa do autor ou diretor, que eram intelectuais e artistas que ameaçava a ordem - era de costume estes diretores misturarem algumas cenas de resistência política no meio da putaria inofensiva, na tentativa de burlar os censores, assim como faziam na música e em outras artes. Mesmo não sendo um exemplo de "moral e bons costumes", os filmes da pornochanchada distraía o povão, sendo a maioria liberada totalmente retalhada pelos cortes, chegando a ficar até incompreensível para os espectadores.

Com o tempo, a censura foi se afrouxando, com a liberação dos costumes e a abertura política iniciada em 1977, até findar-se em 1984. A partir daí, a pornochanchada foi substituída pelos filmes pornográficos que conhecemos atualmente, e exibidos em salas especiais - iniciava-se naquele momento o que chamamos de Cine Pornô, muitos em funcionamento até hoje.

Imagem: Via Appia

A pornochanchada revelou atores e atrizes que depois ficaram famosas na TV e passaram, de certa forma, a renegar suas participações naqueles filminhos indecentes. O ator global Cláudio Marzo, protagonista premiado do filme O Homem Nu (1997) e tantos outros do mesmo gênero, foi casado com três destas atrizes: Betty Faria, Denise Dumont e Xuxa Lopes. Astros como Tarcísio Meira e até o ídolo mor Pelé, também fizeram parte das sacadas safadinhas do cinema nacional.

Mas as produções foram perdendo o fôlego com a decadência nos anos 80, com o fim da obrigatoriedade das cotas de exibição de fitas nacionais nos cinemas (exigência da ditadura), o surgimento do videocassete e com a exibição de filmes de sexo explícito nos cinemas.

O legado da pornochanchada foi marcar o cinema brasileiro como sinônimo de filmes cheio de nudez e palavrões, tornando-se assim um estilo e fazendo escola na sétima arte. Durante os anos 90, por exemplo, foi comum as emissoras de TV exibirem filmes nacionais em horários avançados, como sessões eróticas / Privê (Sala Especial, Record; Cine Brasil, CNT; e Made in Brasil,  Bandeirantes), além de virarem referência para as atuais produções cinematográficas, incluindo as minisséries de TV.

Veja os filmes completos com cenas de sexo gay:
Homem RG XVideos Pornochanchada


David Cardoso

O ator que mais apareceu pelado e em cenas pra lá de quentes, incluindo uma de pau duro e tudo, foi David Cardoso (1943), um dos símbolos sexuais dos anos 70 e 80, e o Rei da Pornochanchada.

David se tornou também um ícone da cultura gay nacional, por ter feito um personagem bissexual no filme Corpo Devasso (1980), um dos filmes com mais cenas de sexo (incluindo, gay) da pornochanchada e, principalmente, por ter posado duas vezes para a revista G Magazine, seguido depois pelo filho David Cardoso Júnior.

Como ator, participou de mais de quarenta filmes e da novela O Homem Proibido (1982), onde era o protagonista. Entre os filmes, destacam-se Noite Vazia (1964), Amadas e Violentadas (1975) e O Dia do Gato (1988).

David Cardoso virou produtor de filmes eróticos, assim como também fazia na pornochanchada. Foto: G Magazine nº 19, 1999

Veja alguns vídeos relacionados:



Daivid Cardoso em Cena de sexo Gay (Corpo Devasso, 1980)

Trecho do filme Corpo Devasso com David Cardoso


David Cardoso em cenas quentes - Seis Mujeres de Adao (1982) - 25 min


David Cardoso tomando banho em pornochanchada


David Cardoso Jr em ensaio erótico para G Magazine - 10 min


David Cardoso Jr entrevista duas gerações de pornstar: Rafael Alencar e David Cardoso


Gay Classic

Do Vintage ao Retrô 80, fotos e vídeos antigos fazem parte das fantasias eróticas de muita gente. Os ensaios sensuais, registros ou filmes com cenas de sexo e, ou nudez, trazem para os curiosos atuais uma ideia de como era a vida íntima de cada época, como verdadeiros documentários específicos sobre a nossa sexualidade - é o voyeur de hoje vendo como se fazia sexo antigamente.

O teor pornográfico como pensamos atualmente teve suas variações e progressões ao longo da história, tornando-se cada vez mais explícito e agressivo. Mostrar os tornozelos no início do século, já era o máximo do erotismo, logo, da pornografia, sendo estes valores modificados até o chamado "mostrar até o útero".

Ainda em relação à moda, a maioria dos homens registrados até o final dos anos 80 apresentavam seus corpos peludos (eles ainda não se depilavam), com bigode, barba, shortinhos curtos e tangas minúsculas, que só evidenciava o sexy volume entre as pernas... Muitos acreditam que este tipo de homem (clássico) é o verdadeiro esteriótipo do macho. Sem falar que antigamente não existia os remedinhos poderosos, os viagras, deixando as cenas pornô mais realistas.

Bruce of Los Angeles - Scotty Cunningham (Homem RG XVideos.com)

Nas revistas de sacanagem gay, principalmente até os anos 70, cultuava-se o Naturismo, com zilhões de fotos de gente comum na praia de nudismo ou em festinhas particulares, mesmo sem contato físico entre os participantes - só de ver uma foto de homem pelado já era suficiente e extremamente excitante para a época, ou até mesmo o simples fato de abrir uma revistinha dessas.

Dos anos 80 em diante, como a nudez em si não era mais novidade e nem os closes de sexo explícito, passaram a fabricar vídeos que espetacularizavam ainda mais o ato sexual, como nas transas com dezenas de homens, gozadas incríveis, contorcionismos e o sexo extremo (hard).

Foi o que deu início à gigantesca indústria pornográfica que temos hoje, com vídeos ultra comerciais e profissionais (antes era mais amador), e ao surgimento dos primeiros astros pornô, como os pornstars Chad Douglas e Jeff Stryker (foto). Fora o sexo propriamente dito, as fotografias de nu masculino nas revistas gays de antigamente serviam também para ilustrar os contos eróticos, horóscopo, correspondências via caixa postal entre os leitores, que eram sessões triviais deste segmento, além dos clássicos pôsteres, ensaios sensuais e gatos da capa ou destaque da edição - a maioria dessas fotos eram reproduções estrangeiras, na dificuldade em encontrar por aqui modelos que pudessem posar nu ou atuarem em filmes homoeróticos.

Para ilustrar melhor este tipo de pornografia sem o chamado sexo explícito, separei alguns vídeos no canal Homem RG, que retratam de forma emblemática o termo Gay Vintage ou Classic. São momentos clássicos da cultura queer no cinema, além de outros registros históricos relacionados à homoafetividade.

Lista de Reprodução:
Gay Classic



Fotos:
Gay Male Vintage









Chad Douglas


 











































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13 comentários:

  1. esse guilherme de padua é uma delicia minha buceta ta toda molhada o david cardoso nem se fala adoraria dar para eles sou casada mais bem que meu marido ta merecendo vive me chifrando estou tendo fantasias sexuais com o pedreiro que trabalha aqui em casa um garanhão negro musculoso
    gente será que devo fazer não estou me aguentando de tesão

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  2. Tesão filho da puta o Guilherme de Pádua cara de safado sempre foi não sabia que tinha feito esse filme muito bom. David cardoso como sempre um escandalo de macho mostrou o pau e sua famosa bunda nos filmes de pornochanchada os vintages tbm são ótimos o tempo bom

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  3. Super reportagem ! no 14:08 o Rafael Alencar diz "depois da filmagen acabo comendo toda a produção" o sacanagem e a sensualidade existem desde os promordios da humanidade a adoração e culto ao corpo masculino sempre foram presentes na era de ouro vintage os mais belos especimes machos eram recrutados para fotos modelos , fisiculturistas , atletas todos expondo seus falos e gluteos sem nenhuma cerimonia
    Os primeiros nus masculinos na história da fotografia surgiram em 1872 Nos Estados Unidos,
    o britânico Eadweard Muybridge uniu fotografias individuais.como fonte de pesquisa do corpo

    no final do século XIX e início do século XX,os alemães Barão Von Gloedene seu primo Wilhelm Von Plüschow fotografaram jovens rapazes simulando cenas da Grécia Antiga.sempre expondo genitalias as fotos acabram sendo consumidas pelos homossexuais com intuito erotico mesmo para um boa punheta

    varios outros artistas publicaram inúmeros catálogos de nus masculinos que se tornaram um grande negócio até a Primeira Guerra Mundial.

    Nos anos 50 60 varios fisiculturistas posaram nus para as lentes dos fotografos o primeiro foi Evgeny Mishin com seus gluteos esculturais depois outros famosos Silvester stallone fez um porno soft onde exubia seu falo e seus gluteos ate o Arnold fez algumas fotos nu para uma revista e dizem que até comia os empresarios de bodybuilding da época

    Noa anos 70 e 80 o mercado pornografico explodiu super produções como Satiricon e caligula exibiam fortes cenas de sexo em Caligula a nudez masculina foi esplorada ao maximo trabalhadores braçais e escravos super musculosos nus e soldados romanos totalmente de falo duro em uma das cenas uma mulher da nobreza faz um boquete em 4 soldados romanos e todos gozam em cima dela , há tambem cenas de orgias com vários homens nobres e escravos

    Nos anos 80 varios produtores fizeram bastante sucesso com revistas e filmes porno Kristen bjorn conseguia capturar os melhores ângulos de seus modelos garotos de classe media , fisiculturistas , atletas todos eles expondo seus cus sem a menor cerimonia para as lentes de Kristen.

    Nos anos 2000 com o advento da internet vários site de pornografia foram criados milhares de homens mostram sua nudez sem nenhum pudor nunca a adoração , o culto ao corpo masculino foi tão evidente.


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    1. uhuhuuuu!! excelente contribuição amigo. Muito obrigado e um beijo no seu glúteo ;D

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  4. caralhooo fred até hj eu tenho vontade de comer esse puto do guilherme de padua e vc? so tu pra achar essas raridade o texto do Gluteos foi fantastico adorei tenho uma materia com fotos do Arnold swazneguer pelado realmente ele e outros fisiculturistas famosos da epoca pousavam nus e saiam com empresarios para bancar suplementos e academias caras todos uns putos safados deliciosos adoro macho puto.

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  5. PORRA OS VINTAGE SÃO OS MELHORES SO TINHA MACHO GOSTOSO E TODOS FODIAM COM OUTROS MACHOS COMO LOUCOS !
    CARA SOU LOUCO POR SOLDADOS ROMANOS ASSISTI O FILME CALIGULA MAIS A CENA DO BOQUETE NÃO FOI COM OS SOLDADOS MAIS COM OS ESCRAVOS ELES EXPLORARAM POUQUISSIMO A NUDEZ DOS SOLDADOS E GLADIADORES E NAQUELA EPOCA OS IMPERADORES ADORAVAM COMER O RABO DOS SOLDADOS
    FRED G TEM COMO POSTAR FILMES E FOTOS COM SOLDADOS ROMANOS E GLADIADORES ?
    GAVIÃO

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    1. Coincidência Gavião! Vi ontem uma foto super tesuda de um soldado romano e pensei sim em postar algo sobre. Tá na fila, ok? Abraço ; D

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    2. vlw brother tu é o cara meu pau ja ta ancioso aqui adoro os seus textos agora escreve mais putaria pra deixar eles mais picantese eroticos ainda...

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  6. pela primeira vez na vida passei 35 minutos olhando um post inteiro de um blog pornô porra materia fantastica sensacional nunca pensei em dizer isso mais o Guilherme de Pádua me deu um tesão imenso me imaginei fodendo a bunda daquele marginal os videos e os comentarios da galera muito bons
    parabéns FRED pelo blog cara desculpe a pergunta mas voçê num ficou de pau duro não vendo o filme com o Guilherme ?

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  7. ... eu também sou mais um que até hj tem vontade de comer esse morenaço do Guilherme de Pádua... ele é um tesão, eu comeria a bunda dele numa boa ...

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  8. A pornochanchada me excitava loucamente,e mais escondia do que mostrava.Lembro de filmes do David Cardoso no cinema,mas havia cortes e os enquadramentos eram outros.Hoje,quando vejo seu pau na internet nem acredito.

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  9. magina quanto o gulherme padua,deu esse cu moreno lindo na cadeia gostoso lindo

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  10. Nusss David Cardoso uma Dlçaaa, pego ele ainda nos dias de hoje....

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