29 de set de 2014

Sexo no trabalho ou na escola

Men at play

#QuemNunca imaginou uma trepada ou qualquer situação mais íntima com o colega de trabalho ou da escola? Acredite ou não, tem gente que fica até triste nas férias! Tudo por ter que se abster daquilo que mais gosta de fazer: sacanagem no escritório ou na sala de aula.

Na hora do recreio ou intervalo, no famoso banheirão da fábrica, ou em pleno expediente, no depósito, na biblioteca, na oficina, na obra e tantos outros ambientes, com homens trabalhando ou focados nos estudos, podendo, com isso, haver também outras situações, inclusive as mais surpreendentes e picantes.

Também o fascínio entre patrão / empregado ou cliente / funcionário, como se não bastasse a situação inusitada, onde o gato e o rato nem sempre são tão óbvios. Ou pelas fantasias relacionadas aos fetiches em homens de uniforme, executivos, sexo em local público, exibicionismo / voyeurismo, e tantas outras taras de alta adrenalina e em lugares comuns: trabalho ou escola.


Na escola

Muito do imaginário do que acontece nos tempos da primeira escola (até o ensino médio) se transforma em punhetas eternas, ficando gravadas aquelas imagens na nossa memória afetiva para sempre. Coisas que aconteceram ou quase, ou um simples devaneio, medos e delírios...

E dizem que seus melhores amigos são formados até a adolescência. Depois, adulto, as relações em geral passam a ser mais superficiais, profissionais ou repletas de formalidades sociais, sem aquele gostinho de cumplicidade que só os "amigos de infância", sedentos em experimentar de tudo, têm - de troca-troca, de punheta coletiva e até, por que não, inesquecíveis romances.

Particularmente, lembro-me de diversos momentos de quando era aluno de colégio, que até hoje me dá tesão. Tinha um que permanecia com o calção ou invés de vestir a calça jeans do uniforme, mesmo fora da aula de educação física - notava que ele curtia mostrar as pernas grossas, fortes e peludas, orgulhoso de ser mais desenvolvido fisicamente que os outros garotos. Lembro do frio na barriga e no coração batendo mais forte quando percebia que ele puxava o short ao sentar para exibir ainda mais as belas coxas. Este era um safado, corrompendo minha frágil inocência e me fazendo enxergar e entender o que era 'sentir tesão por macho'.

As brincadeiras entre os meninos também não costumam ficarem atrás. Sempre tem aquele mais desinibido que faz um bundalelê, enfia a cueca no rego, faz bonde (trenzinho) com os mais chegados, só pra sarrar gostoso o pau duro na bunda do colega... Os protagonistas da "mão boba", e das primeiras pegações em banheiro, no vestiário da Educação Física, na sala vazia ou cheia, ainda que seja só o prazer em ver ou imaginar.




É onde entra a punheta, imaginando como seria uma foda ou pegação com aquele colega irritante ou melhor amigo, ou com o garoto mais popular da escola, professores, funcionários, etc.

Depois, a faculdade! E as investidas passam a ficar mais evidentes, tendo, cada um, um pouco mais de segurança ou clareza do que procura em relação a sexo. Universitários festeiros, que não perdem uma calourada, de preferência aquelas que concentram mais estudantes homens. Já na fase da bebedeira de adolescente recém adulto, é também um momento propício para experimentar as coisas da vida, com aquela frase na cabeça: 'não posso falar que não gosto, se não provar...'. É a hora de, literalmente, se jogar na curiosidade, em especial sobre a sexualidade que se aflora neste tempo.

No meio de tanta disposição e curiosidade aguçada, principalmente no assunto 'sexo', podemos dizer que é na escola que aprendemos boa parte das sacanagens do mundo, ainda que não seja uma prática dada pelos professores (ou não!). No momento também de insegurança, principalmente com o corpo e com os próprios desejos, é também a fase de comparar tudo com o outro, 'o tamanho do pinto', saber se o que sente é normal ou, para os mais resolvidos, já armar situações propícias para iniciarem-se sexualmente.


Amor Platônico

A paixão platônica é a ligação amorosa entre pessoas, sem aproximação física ou sexual. Platão, o filósofo grego da Antiguidade Clássica, havia concebido o Amor como algo essencialmente puro e desprovido de paixões. Estas eram consideradas cegas, materiais, efêmeras e falsas, na sua essência. O Amor, no ideal platônico, não se fundamenta num interesse (mesmo o sexual), mas na virtude.

O termo Amor platonicus foi utilizado primeiramente no século XV, pelo filósofo neoplatônico florentino Marsilio Ficino, como um sinônimo de "amor socrático". Ambas as expressões significam um amor centrado na beleza do caráter e da inteligência de uma pessoa, face aos atributos físicos. Referem-se ao laço especial de afeto entre dois homens a que Platão referiu num de seus diálogos, exemplificando-o com o afeto que havia entre Sócrates e seus discípulos, especialmente entre Sócrates e Alcibíades.

Esta filosofia falava do amor como uma espécie de amizade pedagógica, mas no paradoxo frente a vida dos próprios filósofos que a defendia, ao ter especial atração sexual por jovens do sexo masculino. Havia o afeto puro pelos discípulos, mas também nutria-se interesse erótico pelos rapazes. O conceito de amor platônico surge, então, num contexto em que se debatia a "pederastia" (homossexualidade) contra o amor filosófico puro (e casto), decorrentes da visão contida nos escritos de Platão. Ou o paradoxo entre a vida e os ensinamentos desses filósofos - "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço".

Uma paixão destas acaba temendo sua concretização física ou que o sonho se torne realidade. Seria como estragar um sentimento tão especial, ou perder a graça ao se retirar suas 'máscaras'. E este mesmo jogo de atração, admiração, vassalagem, dominação, ritual de passagem, do tutor ou guru, se faz presente também, talvez da forma mais concreta, nas relações de trabalho e, ou acadêmicas.


No trabalho

Em qualquer lugar que tiver gente é possível, ainda que só na imaginação, sexo. No trabalho, além da sensação sex top secret, relações de poder podem estabelecer fetiches, gostos ou simples curiosidades eróticas. Já pensou dar ou comer o chefe? Ou um funcionário ou colega de trabalho? Em alguns destes ambientes, com setores e departamentos gigantes, cheio de gente, é comum o banheiro ser também bastante frequentado ao longo do expediente. Saidinhas na hora do almoço, happy hour ou reunião especialmente criada pra sacanagem, tudo no meio do trabalho.

Algo também me diz que o gosto em fazer coisas escondido é mesmo um cacoete masculino - o eterno tipo curioso. Estar normalmente em situações públicas do cotidiano e, ao mesmo tempo, guardando um segredo que, por si, já é bastante erótico. Em geral, o homem não deixa passar as oportunidades, principalmente quando se trata de uma boa foda.

Ou a sensação de saber de momentos íntimos em lugares públicos, sem que os outros desconfiam. Neste sentido, aqueles que dão suas escapadas no próprio ambiente de trabalho ou estudo acabam ficando fora de suspeitas, haja vista que, para todos os efeitos, eles estão trabalhando ou na escola - daqueles que dizem: "estava preso numa reunião importante" ou "numa cirurgia demorada".


Filmes Pornô

E entre os filmes pornô, muitos na tentativa de fazer de conta que a sacanagem acontece em ambiente de trabalho, estudo ou qualquer outro lugar público. Os vídeos amadores, embora serem geralmente mal filmados, costumam ser os melhores, com flagras de momentos íntimos reais, sensuais ou totalmente pornográfico.

Já no mercado profissional, os atores nem sempre convencem, seja pela aparência ou pela produção, alguns fazendo questão de parecer bem fake. Contudo, muito das fantasias sexuais permeia justamente nestes ambientes públicos ou coletivos, em especial no próprio trabalho ou escola.

A atração pelo secreto e a adrenalina erótica que isso proporciona. Escutei um dia um causo: um funcionário teve que mamar cinco colegas de trabalho pra não ter seu segredo revelado pra galera, pois ele era casado (hétero). Ele havia sido flagrado pela turma, pagando boquete no faxineiro.

Só no campo da fantasia erótica, o fato nem precisaria acontecer para render ótimas punhetas. Aquelas pensando no professor, no aluno, no vigia, no porteiro, no patrão, no colega de trabalho, no motorista, no carona, e por aí vai. Sem falar na figura do punheteiro, que não deixa de experimentar a sensação em se masturbar no banheiro ou na sala da escola, no corredor, no escritório, na oficina, na guarita, no elevador...  Na excursão escolar ou na viagem de negócios, o banho coletivo depois do dia de trabalhado braçal, a soneca depois do almoço, o cochilo no quartinho durante o plantão, e uma infinidade de possibilidades para ter aquele momento de prazer. Afinal, dizem que passamos mais tempo no trabalho e, ou escola que em qualquer outro lugar. Natural, então, que aproveitemos este fato da melhor maneira.

Em especial, a modalidade Spank está bastante associada às relações de mestre e submisso, sejam eles o aluno e o professor ou o funcionário e o patrão. Ou, simplesmente, o fetiche em tudo que se relaciona com o ambiente de trabalho ou escola - ternos e gravatas, uniformes, calções de treino, nerds, mesas e material de escritório ou de sala de aula. Aqui, apanhar com uma régua ou ser abusado durante uma entrevista de emprego.

Junto, vem a tara por uniformes escolares, de trabalho e no próprio objeto de desejo, o 'trabalhador'. Este, no mercado pornográfico, têm como clichês os bombeiros, policiais, pedreiros, executivos, treinadores, motoboy (inclusive, entregadores de pizza), técnicos, office-boy, e tantas outras sonhadas facetas destes tipos e tipões, e em plena vida normal (e real).




Vídeos Pornô:
Sexo no trabalho e na escola

video
Pagando boquete pra galera na aula

video
Professor cacetudo enraba aluno no banheiro da escola

Working


:: Lista de Favoritos HRG XVideos:
Clique nos títulos para ver mais vídeos pornô relacionados!
Na Escola  -  No Trabalho

10 comentários:

  1. sempre quiz foder meu professor de educação fisica tinha uma bunda enorme fantasiava em chupar ela com minha lingua

    ResponderExcluir
  2. Dá vontade de mamar gostoso . Que cassete delicioso. Fiquei cheio de tesão só de ver . Meto a boca nesse cassetão até ele gozar .

    ResponderExcluir
  3. Alguém sabe me falar o nome do video do primeiro gif

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O vídeo do primeiro gif, com o boquete debaixo da mesa de reunião está entre os XVideos Favoritos ou neste link: http://www.xvideos.com/video8066194/tim_nicolas_tori_redtube_free_anal_porn_videos_gay_movies_clips

      Excluir
  4. E o vídeo do segundo gif q ta chupando e se assusta me ajudem To com um tesão no cu pra ver esse vídeo

    ResponderExcluir
  5. Otimo blog!!!! Putaria com conteudo! Mto bom!
    O video do boquete na escola eh foda!
    Galera, trabalho com um lek de 19 anos, somos mto amigos, sou gay atv, ele tem namorada.
    Ele gosta mto de mim.
    Sempre me abracou, me agarrou e eu zoava q iria comer ele, zueira de amigos.
    Ate q um dia, ele sentou ao meu lado, escondeu as cameras com seu corpo e chapou a mao no meu das minhas pernas.
    Fez isso 4 vezes no msm dia.
    Dou uns tapinhas na bundinha dele, agarro ele no banheiro etc.
    Ele me curte, mas nao me da mto mole, imagino q pensa q vai perder sua masculinidade, sei la...

    Isso nao eh conto!!!! Eh vdd!!! Abracos!!!

    ResponderExcluir
  6. oi eu queria saber onde eu acho os videos terceiro e quarto gif

    ResponderExcluir
  7. Nao consegui ver os dois primeiro videos e quero muito assistir. Alguém souber outro link... Por favor

    ResponderExcluir
  8. Já vivi isso na escola os lek, faziam fila pra cheirar minha bunda no banheiro e os mais ousados passavam a língua, com o tempo passei a chupar o pau deles , algumas vezes enquanto beijava um na boca o outro lamdia meu cuzinho isso acontecia atrás da escola bons tempos
    rflcardoso3@gmail.com

    ResponderExcluir

Deixe aqui seu comentário ou envie sugestões, fotos e vídeos para homemrg@gmail.com